Se parares um pouco e olhares para trás
Para o muito que vivemos juntos
talvez incrédulo te perguntarás:
Como ainda amas, como ainda sofres,
como ainda esperas, como ainda sentes
aquele arrepio que te devassa a pele
que te inquieta o corpo e a alma enovela,
que faz de nós um todo, que faz de nós um só.
Uma memória única que apertamos num nó.
sinto-me:
