Sexta-feira, 31 de Julho de 2009

"The wall of no-words" de Alberto. G. Baccelli
 
Gosto das tuas palavras
quando as sinto algodão.
Suaves, coloridas e doces.
E então é como se fosses
Aquele que eras então…
E ainda hoje, ao ouvi-las,
vem-me a ternura à memória
e vivo de novo a nossa história
com um frémito de emoção.
 
Às vezes sinto-as redondas,  
macias, bem desenhadas
modelam-se na tua boca,
saem soltas, bem cuidadas…
 
E há ainda ocasiões
em que elas têm esquinas.
Saem cortantes, agudas,
como fantasias peregrinas.
Por vezes são tão obtusas
que nem mesmo as quero ouvir. 
Viajo para o meu mundo
e escuto-as a sorrir…
 
Donagata



publicado por Donagata às 16:44
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O diário do meu alter-ego. O irreverente, desbocado, mal disposto e insensato alter-ego. Mas também o sensível, o emotivo, o lamechas, aquele que tenta dizer coisas de forma bonita... Assim num pobre arremedo poético.
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